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Mostrando postagens com o rótulo Contrato

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O Impacto do Marco Legal dos Seguros e a Manutenção da Súmula 632 do STJ

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Regras dos Seguros no Brasil - Imagem fornecida pelo Copilot -  Um Novo Horizonte para o Mercado de Seguros Privados A Lei nº 15.040, de 2024, conhecida amplamente como Lei do Contrato de Seguro ou Marco Legal dos Seguros, representa uma das mais significativas atualizações normativas do setor de seguros privados no Brasil desde a entrada em vigor do Código Civil de 2002.  Seu objetivo central é modernizar, organizar e conferir maior segurança jurídica às relações entre seguradoras, segurados e beneficiários, alinhando o país às melhores práticas internacionais e fortalecendo a confiança nesse mercado essencial para a proteção patrimonial e pessoal. A Substituição do Artigo 757 do Código Civil e a Inclusão do Beneficiário O ponto de partida dessa transformação está no artigo 1º da nova lei, que substituiu integralmente o antigo artigo 757 do Código Civil. A mudança não é apenas formal: ela traz uma definição mais completa, clara e atualizada do contrato de seguro.  Enquan...

Validade do Contrato de Namoro

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Validade do Contrato de Namoro - Imagem: Estoque PowerPoint - O contrato de namoro tem validade? Sim, o contrato de namoro tem validade. Nesse sentido, a elaboração desse documento deve seguir as mesmas regras legais, para a validade de contrato em geral. Isso, uma vez que, não existe impedimento legal. Assim, os namorados podem estabelecer regras, para relacionamento pessoal e patrimonial entre eles, durante o namoro. Objetivo O contrato de namoro visa evitar que o relacionamento do casal seja caracterizado como união estável. Com isso, o casal fica vinculado por namoro qualificado, formalizado através de contrato, sem direitos e deveres previstos pela legislação, relativos à união estável. Nesse sentido, a união estável, é uma entidade familiar e gera direitos e obrigações para o casal que tem comunhão integral e irrestrita de vidas e esforços, de modo público e contínuo, com a intenção de constituir família.  Por outro lado, o namoro qualificado, o casal não tem o de...

O que é um contrato e como ele funciona? Entenda de forma simples

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  Saiba o que é um contrato e como ele funciona na prática - Imagem criada pelo Copilot -  O que é um contrato e por que ele é essencial? Um contrato é, de maneira simples, a formalização de um acordo de vontades entre duas ou mais pessoas. Ele serve para registrar, de forma clara e válida perante a lei, como determinado negócio deve funcionar: quais são os direitos, deveres, responsabilidades e limites de cada parte. Na prática, o contrato transforma intenções em compromissos concretos. Sempre existe um objeto — aquilo sobre o qual as partes estão acordando — e esse objeto pode criar, modificar ou até extinguir obrigações. É por meio dele que os contratantes definem exatamente como o combinado será cumprido. Imagine que duas pessoas decidem trocar figurinhas. Elas combinam as regras: "eu entrego esta figurinha rara e, em troca, recebo aquelas três". No momento em que ambas concordam e formalizam o aceite, nasce um compromisso. O contrato é esse acordo que gera direitos para...

Contrato de compra e venda à vista: entenda a segurança e os seus direitos

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Contrato de compra e venda - sem estipulação de venda a crédito - Foto Estoque PowerPoint Sobre o contrato de compra e venda sem estipulação de venda a crédito A celebração de um contrato representa, na sua essência, a formalização de um acordo de vontades entre duas ou mais pessoas, tendo como objeto determinado a criação, modificação ou extinção de direitos e obrigações, sempre em conformidade com a legislação vigente. Assim, por meio desse instrumento, as partes contratantes estabelecem, de forma clara e precisa, como deverá ser cumprido o acordo firmado entre elas, utilizando cláusulas específicas que se fundamentam na legislação brasileira. No que diz respeito ao contrato de compra e venda sem estipulação de venda a crédito, é importante destacar que, nessa modalidade, o vendedor não está obrigado a entregar o bem antes de receber o pagamento correspondente. Essa regra está expressamente prevista no artigo 491 do Código Civil, que protege o direito do vendedor de condicionar a e...

Direito do Consumidor - Nulidade de cláusula contratual -

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Transferência de Responsabilidade em Contratos de Consumo - Imagem criada pelo Bing A Invalidade da Transferência de Responsabilidades em Contratos de Consumo A transferência de responsabilidades a terceiros em contratos de fornecimento de produtos e serviços é um tema relevante no direito do consumidor, pois impacta diretamente a proteção dos direitos do comprador. O Código de Defesa do Consumidor, no artigo 51, inciso III, estabelece que qualquer cláusula contratual que imponha transferência de responsabilidade é nula, ou seja, não tem validade jurídica. Essa regra visa evitar que fornecedores se eximam indevidamente de suas obrigações, deixando o consumidor desamparado em situações de defeito, vício ou não cumprimento do contrato.  Um exemplo comum ocorre quando uma empresa vende um produto, mas inclui no contrato cláusulas que indicam que possíveis problemas deverão ser resolvidos exclusivamente pelo fabricante, excluindo sua própria responsabilidade na garantia e assistência...

Contrato de corretagem – cláusula de exclusividade -

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Contrato de corretagem com exclusividade - Foto: Estoque PowerPoint Sobre o contrato de corretagem Primeiramente, é importante explicar que, pelo contrato de corretagem, uma pessoa, não ligada a outra em virtude de mandato, de prestação de serviços ou por qualquer relação de dependência, obriga-se a obter para a segunda um ou mais negócios, conforme as instruções recebidas. Essa é a ordem do artigo 722, do Código Civil. Cláusula  de Exclusividade de Corretagem A cláusula de exclusividade de corretagem é um instrumento jurídico essencial para garantir a remuneração do corretor, mesmo nos casos em que o negócio se concretiza sem sua mediação direta.  A parte inicial do artigo 726 do nosso Código Civil, que estabelece que, caso um negócio seja iniciado e concluído diretamente entre as partes, o corretor não terá direito à remuneração. No entanto, a parte final desse artigo 726, do Código Civil, se houver um ajuste de exclusividade por escrito, o corretor terá direito à comiss...

Venda em Consignação. Para o Código Civil - Contrato Estimatório

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  Sacolas de Compras - Foto: Estoque PowerPoint Contrato de Venda em Consignação Contrato Estimatório segundo o Código Civil, artigo 534 O contrato de venda em consignação, também conhecido como contrato estimatório, é um instrumento jurídico descrito no artigo 534 do Código Civil. Este contrato é utilizado principalmente no comércio, em especial no setor de vendas a varejo. Definição e Características O contrato de venda em consignação permite que uma pessoa (consignante) entregue bens móveis a outra (consignatário) para que esta os venda, com a obrigação de pagar o preço ajustado ou devolver os bens não vendidos. O consignatário assume a responsabilidade de promover a venda dos produtos e, ao final do prazo estipulado, devolver ao consignante os produtos que não foram vendidos ou pagar o valor correspondente aos produtos vendidos. Principais Elementos do Contrato ·   Consignante: A parte que fornece os bens a serem vendidos. ·   Consignatário: A parte que recebe os bens...

Contrato de Seguro e Código Civil. O que você precisa saber

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Assinatura de documento - Foto Estoque PowerPoint Atenção! o artigo do Código Civil aqui mencionado foi  Revogado pela Lei nº 15.040, de 2024, mas  continua aplicável a contratos firmados sob sua égide. Finalidade do Contrato de Seguro no Código Civil O contrato de seguro, conforme estabelecido pelo Código Civil, tem como principal objetivo garantir um interesse legítimo do segurado, seja relacionado a uma pessoa ou a um bem, protegendo-o contra riscos previamente determinados. O artigo 757 do Código Civil define essa relação ao estabelecer que o segurador, mediante o pagamento do prêmio pelo segurado, assume a obrigação de garantir essa proteção.  Esse mecanismo jurídico confere segurança às partes envolvidas, possibilitando que eventuais prejuízos sejam mitigados por meio da cobertura oferecida pelo seguro. Além disso, o parágrafo único do artigo 757 estabelece que apenas entidades legalmente autorizadas podem atuar como seguradoras.  Essa exigência visa garantir a...

Contrato de fiança. O que você precisa saber

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Contrato de fiança - Foto: Estoque PowerPoint Finalidade e Regras do Contrato de Fiança O contrato de fiança tem como objetivo garantir ao credor o cumprimento de uma obrigação assumida pelo devedor, caso este não a satisfaça.  Essa previsão está expressamente estabelecida no artigo 818 do Código Civil, que dispõe: "Pelo contrato de fiança, uma pessoa garante satisfazer ao credor uma obrigação assumida pelo devedor, caso este não a cumpra." Informações Importantes Sobre a Fiança Obrigatoriedade de ser feita por escrito: Conforme determina o artigo 819 do Código Civil, a fiança deve ser formalizada por escrito e não admite interpretação extensiva, o que significa que a fiança verbal não possui validade jurídica. Possibilidade de estipulação sem consentimento do devedor: De acordo com o artigo 820 do Código Civil, a fiança pode ser estabelecida mesmo sem a anuência do devedor ou contra sua vontade, garantindo maior flexibilidade ao credor na obtenção de garantias. Benefício ...

Contrato de Corretagem. O que você precisa saber

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Contrato de Corretagem - Imagem criada pelo Bing Finalidade Jurídica do Contrato de Corretagem O contrato de corretagem é um instrumento jurídico essencial para formalizar a atuação do corretor em diversas áreas, garantindo que sua intermediação resulte na concretização de negócios para terceiros.  Esse documento estabelece a relação entre o corretor e o contratante, definindo obrigações, direitos e limites da atividade exercida. Na prática, o corretor atua como intermediário entre as partes interessadas, facilitando transações como a compra e venda de imóveis ou a negociação de seguros, entre outras áreas.  Ao firmar um contrato de corretagem, o contratante assegura que o corretor cumprirá sua função de acordo com as instruções previamente estabelecidas, sem vínculo de dependência, prestação de serviços ou mandato. Essa autonomia da corretagem é reforçada pelo artigo 722 do Código Civil, que dispõe: "Pelo contrato de corretagem, uma pessoa, não ligada a outra em virtude de ma...

Contrato assinado mediante coação

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  Assinatura de Contrato - Foto: Estoque PowerPoint Anulação de Contrato Assinado Sob Coação A coação é um vício do negócio jurídico que pode tornar um contrato anulável quando uma das partes é induzida a assiná-lo por meio de ameaça ou pressão moral. O artigo 151 do Código Civil brasileiro define a coação como: “A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou aos seus bens.” Isso significa que, se uma pessoa assina um contrato por medo de sofrer um prejuízo grave e iminente, sua manifestação de vontade pode ser considerada viciada, permitindo a anulação do negócio jurídico. Exemplos de Coação Ameaça à Honra ou à Vida Pessoal - Imagine que uma pessoa seja forçada a assinar um contrato porque a outra parte ameaça divulgar informações privadas que poderiam prejudicar sua reputação ou seu casamento. Nesse caso, há um temor legítimo de dano à honra, o que caracteriza coaçã...

Prazo alterado por acordo. O que você precisa saber

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Impossibilidade de mudança de prazo por acordo - Imagem criada pelo Bing A Prescrição e a Imutabilidade dos Prazos Legais No ordenamento jurídico brasileiro, cada situação possui um prazo estabelecido para que a pessoa possa pleitear judicialmente o cumprimento de um direito.  Esse prazo é determinado por lei e busca garantir a segurança jurídica, evitando que litígios se prolonguem indefinidamente. Caso esse período transcorra sem que a parte tenha tomado as devidas medidas legais, surge a prescrição, instituto que impede a propositura da ação e, consequentemente, inviabiliza a obtenção do direito desejado. Uma dúvida recorrente sobre esse tema é se os prazos prescricionais podem ser alterados por acordo entre as partes, especialmente em contratos firmados entre indivíduos. A resposta é categórica: NÃO. O Código Civil estabelece que os prazos para a propositura de ações judiciais são normas de ordem pública e, portanto, não podem ser modificados por vontade particular. O artigo 19...

Código Civil: Rompimento de um contrato, antes da data marcada para seu término

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  Assinatura de Distrato - Foto: Estoque PowerPoint Para o Código Civil, é possível o rompimento de um contrato, antes da data marcada para seu término? Sim, é possível o rompimento de um contrato, antes da data marcada para seu término, porém, é importante explicar que, o rompimento do vínculo contratual é previsto no nosso Código Civil, como distrato. Assim, é pelo distrato que é realizado o rompimento de um contrato. Esse rompimento pode ser por vontade de todas as partes envolvidas no contrato; ou seja, rompimento bilateral ou pela vontade de, apenas, uma das partes; ou seja, rompimento unilateral.  Efetivamente, existem duas condições, colocadas pelo Código Civil; condição  1: O distrato deve ser feito da mesma forma exigida para o contrato; condição  2: Se uma das partes tiver feito investimentos consideráveis, para a execução do contrato, o rompimento unilateral só produzirá efeito depois de transcorrido prazo compatível com a natureza e o vulto dos invest...
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